Anel Viário volta à zona das promessas não cumpridas

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A notícia de que o governo federal cortou recurso para o Anel Viário chega como um balde de água fria, quando a obra finalmente mostrava-se garantida. Onde ficam as caras do prefeito Roberto Farias e do senador Wellington Fagundes, que davam como certa a conclusão da obra em poucos anos? A superintendência do Dnit já havia atestado que teria verba para o término da obra e dava esperança de que a população de Barra do Garças se livraria de vez do tráfego pesado no centro da cidade. Agora, o contorno rodoviário volta à zona das promessas não cumpridas.

O mais ilustre e recente eleito cidadão barra-garcense (honraria indicada pelo vereador Jaime Rodrigues (MDB) e aprovada pela Câmara de Barra do Garças) não tardou para decepcionar os companheiros da região, que o receberam em 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente. A recepção calorosa, a menos de um mês, não foi suficiente para que o governo fizesse valer a assinatura, naquela ocasião, da ordem de serviço a uma das etapas da obra.

Curioso é o fato se tornar público dias após uma derrota no senado, que teve influência direta de dois senadores do estado de Mato Grosso. Cheira a represália pelo fato de Jayme Campos e Wellington Fagundes terem votado contra o decreto de flexibilização do armamento. Afinal, na lista de cortes, está também obras na BR-163 (Rondonópolis/Cuiabá) e na BR-158 (Ribeirão Cascalheira). Mas nada pode ser afirmado ainda e tudo pode acontecer. Não se descarta que até o final do dia o presidente ainda mude de ideia.

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